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Poder de fogo de traficantes será combatido de “igual pra igual” no RJ

IMAGEM: Força Militar e Pública da internet

Na última sexta feira (22), o governo do Rio de Janeiro solicitou o envio do Exército para contribuir em trabalhos pontuais na cidade maravilhosa.

A Rocinha foi o primeiro local a ter a intervenção das Forças Armadas, pois desde a manhã de sexta feira (22) a comunidade enfrentava um intenso tiroteio entre policiais e criminosos.

Diante desta situação, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, autorizou que as tropas fizessem um cerco à comunidade. O governador deixou claro que não irá recuar na ação que se iniciou, dando a entender que a guerra está declarada.

A operação policial civil e militar já foi reforçada com mais homens, helicópteros, força do Bope e com mais agentes do Choque para avançar no combate à criminalidade.

Com a operação, a polícia apreendeu dois fuzis, duas pistolas, três granadas, farta munição e encontrou um local “com grande quantidade de armas e de drogas” na Rocinha.

O clima de guerra na Rocinha, fez com que criminosos fizessem disparos da área de mata da Rocinha contra policiais que cercavam a comunidade. Relatos encontrados nas redes sociais pelo serviço de inteligência da polícia, informavam que os bandidos realizaram fuga pelo Alto da Boa Vista, passando pela Vista Chinesa.

Os criminosos chegaram a lançar uma bomba contra os policiais militares, mas o artefato não chegou a explodir. O esquadrão antibombas da Polícia Civil foi chamado para realizar o desarmamento da bomba.

A autoestrada Lagoa-Barra, o túnel Zuzu Angel, diversas ruas, empresas, creches, escolas, unidades de saúde, etc., foram fechadas durante a operação. A população ficou refém de um clima de guerra, ônibus foram queimados.

Em resumo, o confronto que já dura cerca de 10 dias, se iniciou por um racha na aliança entre os traficantes Nem e Rogério 157. A Rocinha foi invadida por traficantes para tomar o controle da venda de drogas. No confronto que não teve a participação policial, houve um intenso tiroteio que deixou dois mortos, aterrorizou os moradores e danificou instalações de energia e distribuição de água.

Segundo informações do governo do Rio de Janeiro, os ataques tiveram como principal mandante o traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, preso na Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia.

Hoje a Rocinha é comandada pelo traficante Rogério Avelino da Silva, conhecido como Rogério 157, que estava preso, mas a justiça mandou soltar em janeiro de 2012.

A Polícia Civil oferece recompensa de R$ 30 mil por informações que levem à captura de Rogério 157.
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