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COMEÇOU HOJE (14) EM OURINHOS A EXPOSIÇÃO DO POLÊMICO PLÍNIO MARCOS





Exposição sobre o polêmico dramaturgo fica em cartaz até o dia 29 de julho. A entrada é gratuita.

Registros do arquivo particular do dramaturgo santista Plínio Marcos, rotulado de maldito pelos críticos, podem ser conferidos a partir do dia 12 de JUNHO no SESI Ourinhos. A exposição Plínio Marcos 80 anos fez parte do projeto que homenageou o artista no ano passado no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso. A justa homenagem contou com mesas-redondas com nomes que conviveram com o escritor, temporada com suas principais peças e a mostra de fotos, que em 2016 circulará por diversas unidades do SESI-SP por meio do projeto Exposições Itinerantes. 

A exposição fica em cartaz até o dia 29 de julho, com visitação de terça a sexta, das 12h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h. A entrada é gratuita.

Plínio era uma figura polêmica, foi um dos primeiros a levar ao palco a vida dos marginalizados, da prostituição e do homossexualismo presentes nas grandes cidades, sempre com uma rica abordagem psicológica . A partir de fotografias do acervo familiar, selecionadas por Kiko Barros, a exposição conta a história desse escritor, dramaturgo, jornalista, ator e palhaço. Suas diversas paixões – do jornalismo ao circo, do futebol à família – são apresentadas. 

Oportunidade para ver de perto os registros fotográficos de montagens históricas de textos do autor com grandes nomes do teatro brasileiro como Tônia Carrero, Luis Gustavo, Lima Duarte e Walderez de Barros. Realizações de Plínio como ator, palhaço e sambista também estão presentes na mostra.


Local: SESI Ourinhos – Rua Professora Maria José Ferreira, 100, Bairro das Crianças
Datas e horários: de 12 de junho a 29 de julho – terça a sexta, das 12h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h
AVCB: (204469)
Alvará: (54.775)
Informações: (14) 3302-3535

Mais sobre Plínio Marcos

Entre as principais obras do dramaturgo estão Barrela, O Abajur Lilás, Navalha na Carne, Homens de Papel, Quando as Máquinas Param, Dois Perdidos numa Noite Suja, Balada de um Palhaço e Noel Rosa – O Poeta da Vila e Seus Amores. Escreveu crônicas e contos a partir do cotidiano urbano para o jornal Última Hora de São Paulo. O submundo era sua fonte de emoções, experiências humanas de grande intensidade e riqueza. Para ele, Carnaval, samba, circo, teatro e jornalismo eram meios de transporte em que todos podiam embarcar. 

Plínio Marcos venceu oito prêmios Molière, cinco Prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e um prêmio Shell, além de ter seu nome dado a diversos Teatros, espaços culturais e prêmios de teatro.

FONTE: SESI OURINHOS