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DÉFICIT PIORA E CARGOS VAZIOS NA POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO JÁ SUPERAM 13.500





Os primeiros dados de 2019 do Defasômetro do SINDPESP, atualizado até 31 de janeiro, apontam déficit de 13.553 profissionais na Polícia Civil do Estado de São Paulo. O número representa 32,33% do total de vagas previstas em lei, sendo 74 cargos vagos a mais do que o apresentado no levantamento do mês de dezembro de 2018. 


Faltam hoje 764 delegados de polícia, dois cargos vagos a mais do que no mês anterior. Ou seja, 22,06% das vagas previstas para delegados de polícia no estado estão sem profissionais. A cada levantamento, o déficit segue aumentando. A nova divulgação do Defasômetro abrange, como em todo mês, os números de todas as carreiras. 

Faltam atualmente 3.168 investigadores (22 a mais do que no mês passado), 3.033 escrivães (24 a mais), 950 agentes policiais (sete a mais), 879 agentes de telecomunicações (cinco a mais), 308 papiloscopistas, 465 auxiliares de papiloscopista (um a mais), 287 médicos legistas (três a mais), 333 peritos criminais (três a mais), 46 desenhistas, 138 atendentes de necrotério (um a mais), 20 auxiliares de necrotério e 156 fotógrafos (um a mais).

Os carcereiros somam 3.006 cargos extintos (cinco a mais do que no mês passado). O SINDPESP considera importante a transformação de cargo dos carcereiros para agentes policiais, através de lei aprovada no final do ano passado. 

Só piora

Os dados do Defasômetro não apresentaram melhora desde que passaram a ser divulgados, em outubro de 2017 (confira todas as tabelas em http://sindpesp.org.br/defasometro.asp).

“Estamos diante de um novo governador que, durante sua campanha, se mostrou simpático às causas reivindicadas pelos policiais civis, que necessitam não apenas de mais colegas para poderem dividir as suas responsabilidades mas, sobretudo, de um salário digno e justo. Hoje, além de trabalharmos sob uma defasagem absurda de 13.500 cargos, recebemos o pior vencimento dentre todos os delegados de polícia do país. Essa situação não pode continuar, sob risco de impactar a tradicional excelente prestação de serviço da Polícia Civil para com a população paulista. Temos esperança de que João Doria, sensível a este grave problema, saberá resolve-lo com sabedoria”, afirmou Raquel Kobashi Gallinati, presidente do SINDPESP.

Presidente do SINDPESP, Raquel Kobashi Gallinati (Divulgação/AKM)

FONTE: Assessoria de Imprensa AKM




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