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POLÍCIAS DE SÃO PAULO E DO PARANÁ DESMANTELAM QUADRILHA QUE EXPLODIRAM CINCO BANCOS EM 10 DIAS




Agência do Sicoob de Ribeirão Claro ficou completamente destruída. (Divulgação/Antônio de Picolli)

Bandidos explodem cinco agências bancárias em 10 dias.

Onda de ataques a caixas eletrônicos deixa rastro de destruição e moradores apreensivos.

PM usou helicópteros nas buscas pelos bandidos. (Divulgação/PM)

Em apenas 10 dias, cinco agências bancárias foram destruídas no Norte Pioneiro paranaense por quadrilhas especializadas em roubos a caixas eletrônicos. A última ação criminosa aconteceu na madrugada desta sexta-feira (8), em Ribeirão Claro. O rastro de destruição e prejuízos gera insegurança e apreensão nos moradores da região, que questionam uns aos outros qual será o próximo alvo dos bandidos.  

A explosão em Ribeirão Claro foi registrada por volta das 3h30. De acordo com a Polícia Militar, os bandidos destruíram a agência Sicoob e fugiram sentido a Chavantes – Estado de São Paulo. Porém, ao perceberem um bloqueio policial na rodovia os criminosos retornaram e seguiram em direção ao Paraná.

Integrante da quadrilha foi preso. (Divulgação/PM)

Pouco tempo depois, os criminosos abandonaram o veículo, que foi roubado no fim de janeiro em Curitiba, e fugiram a pé para o interior de uma mata próximo à praça de pedágio desativada, em Marques dos Reis. No carro, a polícia encontrou dinheiro, um pé de cabra, pregos e um artefato explosivo. 

Um criminoso foi preso na rodovia. A Polícia Militar dos dois estados (Paraná e São Paulo) cercou a região e fez buscas pelo restante da quadrilha, inclusive com apoio de dois helicópteros.

Agência do Sicoob de Ribeirão Claro ficou completamente destruída. (Divulgação/Antônio de Picolli)

Explosões em série

A série de explosões a bancos na região começou na madrugada do dia 27 de janeiro, em Abatiá. Os criminosos explodiram, simultaneamente, as agências do Sicredi e Banco do Brasil. Na madrugada do dia 1° de janeiro as ações se repetiram na agência do Sicredi, em Congonhinhas, e na madrugada do dia 3, também na agência do Sicredi de Nova Fátima. Os valores supostamente levados pelas quadrilhas não foram informados pelas instituições financeiras.

FONTE: Tribuna do Vale




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