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EXPO JAPÃO VALORIZA TRADIÇÕES CULTURAIS E INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS




Além de toda a Região Metropolitana de Londrina, o evento recebeu moradores de Ourinhos e Marília (interior de São Paulo)

Organização estima que 30 mil visitantes passaram pelas dependências da Acel. (Foto - Divulgação/Gustavo Carneiro/Grupo Folha)


Foram cinco dias de celebração da cultura japonesa: música, gastronomia, exposição de produtos e e esportes atraíram visitantes durante a 58ª Expo Japão, realizada nas dependências da Acel (Associação Cultural e Esportiva de Londrina). Da véspera do feriado de Corpus Christi até o domingo (23), a variedade e a qualidade das atrações confirmaram o evento como um dos maiores da cultura japonesa no Paraná.


De acordo com o coordenador geral da Expo Japão, Luciano Matsumoto, a multiplicidade é um dos motivos para o sucesso da feira. “A programação artística, esportiva e a praça gastronômica estão entre as tantas justificativas. São atividades para idades diferentes, permitindo que toda a família se reúna e possa se divertir no mesmo lugar”, comentou.

Nesta edição, duas temáticas ampliaram ainda mais a programação: a exposição de produtos agrícolas orgânicos e a fazendinha. Além de ver, visitantes puderam escolher e colher hortaliças e observar também de pertinho o trato dado a animais de pequeno porte. Horas antes do encerramento do Expo, Mastumoto já adiantava: “Superamos a expectativa do ano passado em pelo menos 20% de público”, afirmou, citando que em 2018 foram cerca de 25 mil visitantes. “Além de toda a Região Metropolitana de Londrina, recebemos moradores de Ourinhos e Marília (interior de São Paulo)”, destacou. Os eventos técnicos e as novidades do setor tecnológico compuseram o 8º Agroinovatec, simpósio realizado em parceria com o Iapar, Emater, universidades, Sindicato Rural de Londrina e Cooperativa Integrada.

Em sua primeira vez na feira, a designer Anelisa Burim admite que a expectativa em relação à gastronomia foi o principal motivo para tirá-la de casa. “Eu estava muito curiosa”, resumiu. Já o fotógrafo José Oshiro, veterano na feira e que a guiava pelo parque, admitiu: “Meus pais sempre me incentivaram a participar das festas japonesas. Antes, confesso que entendia isso como um dever, hoje eu os agradeço e entendo que devemos valorizar as tradições. É tudo muito rico”, refletiu. Palestras, cursos de redação e oficinas de variados temas reuniram o público durante os cinco dias de programação.


Responsável pela pausa de dezenas de frequentadores do evento, a "Cerimônia do Chá" consagra-se por cultivar origens e princípios. O comerciante Nelson Suono não escondia seu interesse. “Tenho mais interesse do que conhecimento - ainda." Assíduo da Expo Japão, além da estética presente à atividade, admira toda a organização e disciplina que existe por atrás da celebração. “Sou filho de japoneses e considero que o mundo ocidental deva muito aos japoneses. Situações simples de nosso cotidiano, como a educação no trânsito, a reciclagem do lixo e a humildade em sujeitar-se a tarefas simples como limpar a própria escola, são ações que resultam do hábito e nos enobrecem”, expôs. A Expo Japão conta com o trabalho de um grupo de voluntários que se dedica o ano inteiro ao evento. Cerca de 200 pessoas - entre homens, mulheres, jovens, crianças e idosos.

A expositora Julie Campaner, do estande Sueli Suculentas, é do distrito de São Martinho, Rolândia (Região Metropolitana de Londrina), e comemora a estreia da família. “Viemos por conta das referências que um participante nos deu”. A família que tradicionalmente atua no ramos de aviários, há sete meses ampliou os negócios e dedica-se aos cuidados e comércio de suculentas. “Minha mãe começou brincando. Lá na estufa os clientes participam desde o plantio até os cuidados como essa prática de lazer e terapêutica.” Sueli Campaner considera que a facilidade de manutenção é o que tem formado tantos apaixonados pelas espécies.


Organização estima que 30 mil visitantes passaram pelas dependências da Acel. (Foto - Divulgação/Gustavo Carneiro/Grupo Folha)

Organização estima que 30 mil visitantes passaram pelas dependências da Acel. (Foto - Divulgação/Gustavo Carneiro/Grupo Folha)




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