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FACEBOOK SERÁ A ‘MENINA DOS OLHOS’ NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2020




Especialistas apontam mudança de estratégia para campanhas de 2020

As redes sociais, principalmente o Facebook, garantem renovação e exposição de ideias e propostas. (Foto – Reprodução/Facebook)

🌐 Jornalista | Sérgio Delfino


O jeito de fazer campanha política vai mudar nas eleições municipais de 2020. O desempenho de alguns candidatos no atual pleito mostra que posicionamentos quase diários e manifestações nas redes sociais a longo prazo asseguraram maior consolidação em relação a postulantes que apostaram em candidaturas a curto prazo no modelo tradicional.

Políticos obsoletos e que acham que a campanha será a base de churrasquinhos e reuniões, pode ter uma grande decepção, pois corre o risco de ser riscado do meio político definitivamente.

Para especialistas em marketing político, não restam dúvidas de que somente nome, experiência na política, minutos de televisão/rádio no horário eleitoral gratuito e até mesmo estrutura partidária não bastam mais.


A aposta nas redes sociais para se expor e dialogar com os eleitores ao longo dos últimos quatro anos permeou os diferentes espectros políticos. Na esquerda, Sâmia Bonfim (PSol-SP) e Tabata Amaral (PDT-SP) construíram a campanha na internet e se elegeram deputadas federais com cerca de 250 mil e 264 mil votos, respectivamente. A direita alçou à Câmara dos Deputados Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos líderes do MBL, eleito com 460 mil votos. O maior expoente do novo jeito de construir uma candidatura é o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

Quanto mais cedo colocam as posições nas redes e as mantêm, mais eleitores vão passar a abraçar a causa, não voltar atrás e fazer campanha pelo próprio candidato, explica o presidente do Clube Associativo de Profissionais de Marketing Político (Camp), Bruno Hoffmann. “A TV e o Rádio ajudam a pautar o debate e a iniciar o diálogo, mas é principalmente no Facebook que o processo de decisão do voto acontece. Principalmente se o conteúdo que quer divulgar e estiver disponível for de fácil acesso”, sustenta.


Para Maurício Brusadin, professor de comunicação pública digital da ePoliticScholl, é uma decisão correta. “Quem quiser fazer política, liderar, ter voto, vai ter que se expor, estar presente nas redes sociais para dialogar. O povo quer participar e falar sobre política”, ponderou.

Quem, novamente, construir uma campanha a curto prazo pode acabar tendo um desempenho ruim em 2020 e 2022, defende Brusadin. “Ou se adequam e manifestam suas posições diuturnamente por meio dos canais possíveis, ou ficarão para trás”, pondera. Para ele, os candidatos deverão apresentar soluções e posturas firmes. “Se serão boas ou ruins, é outra história. É algo da democracia. Com todos os problemas que acho que temos pela frente, ter mais gente participando e usando suas redes, mesmo que de forma histérica, é melhor, pois traz aprendizado”, avalia.

FONTE: Correio Braziliense



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