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GINECOLOGISTA SUSPEITO DE ABUSO SEXUAL EM MATERNIDADE É PRESO EM FLAGRANTE EM MG




Médico teria dito 'que periquitinha quente' durante exame, e ainda tentou beijar a paciente à força, segundo a vítima

Mulher foi vítima de assédio durante consulta com ginecologista. (Foto - Divulgação/Ramon Bitencourt)

🌐 Redação | Ourinhos/SP


A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu em flagrante o médico ginecologista suspeito de ter abusado sexualmente de uma paciente nessa quarta-feira (27). A maternidade Santa Fé, localizada no bairro Santa Tereza, região Leste de Belo Horizonte, onde ele trabalhava, se posicionou sobre o assunto, e afirmou que ele foi afastado.

"Imediatamente ao tomar conhecimento do ocorrido, o médico citado foi afastado de suas atividades. Com o desdobramento legal do caso até o momento, o hospital suspendeu, por tempo indeterminado, todas as atividades do profissional (consultório, plantão e cirurgias)", informou.


Ainda de acordo com a maternidade, se ficarem comprovadas as denúncias, o médico poderá ser expulso definitivamente do hospital. Além disso, ato administrativo da Comissão de Ética enviará relato ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG) para as medidas cabíveis.

"Ressaltamos que o hospital não irá pré-julgar o profissional, tendo seu afastamento até o momento caráter preventivo. A maternidade não deixará de ecercer o máximo rigor de suas prerrogativas, caso o fato seja comprovado. Reiteramos o compromisso, escrito em nosso nome, de total respeito e cuidado à mulher", concluiu.

A PCMG instaurou inquérito policial para devida apuração dos fatos.


Relembre

Uma jovem de 22 anos denunciou que foi assediada pelo médico ginecologista durante o atendimento na tarde desta quarta-feira (27). "Ele falou 'que periquitinha quente' enquanto fazia o exame. Fiquei sem reação", relatou a jovem. Ao fim da consulta, ele teria tentado beijar a jovem à força.

Segundo ela, a consulta seria para verificar o DIU recém colocado, mas desde a chegada no consultório o médico já teria feito provocações.


Histórico

Este não teria sido o primeiro abuso cometido pelo médico. Uma funcionária do hospital onde ele trabalha comentou na delegacia que outras pacientes teriam reclamado da conduta do médico, mas nenhuma teria levado o caso até a polícia.

FONTE: O Tempo




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