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EM CIDADE DO INTERIOR DE SP, MAIS DE 550 EMPRESAS FECHAM; DEMISSÕES PASSAM DE 4 MIL




Pesquisa exclusiva mostrou número de demissões, acordos, fechamento de empresas e busca de apoio financeiro

Foto: Divulgação/Jornal da Franca

🌐 Jornalista | Lyandra Cunha

- As demissões passaram de 4 mil, após mais de 550 empresas fecharem as portas na cidade de Franca, interior de São Paulo

- Pesquisa exclusiva mostrou número de demissões, acordos, fechamento de empresas e busca de apoio financeiro

- Esses são os impactos que o setor produtivo de Franca tem apresentado por conta do isolamento social causado pela pandemia do coronavírus

- Acordos prevendo a redução da jornada de trabalho, salários e antecipação das férias chegam a 6.405

- As empresas que encerraram suas atividades ou estão em processo de encerramento foram 559

- Outras 1.271 empresas tiveram que recorrer aos auxílios, como financiamento da folha de pagamento, oferecidos pelo governo ou bancos privados

Veja abaixo a notícia na íntegra!




Em Franca, mais de 550 empresas fecham; demissões passam de 4 mil

Pesquisa exclusiva mostrou número de demissões, acordos, fechamento de empresas e busca de apoio financeiro


Uma pesquisa exclusiva, realizada pela Assescofran (Associação das Empresas de Serviços Contábeis de Franca e Região), mostrou os impactos que o setor produtivo de Franca tem apresentado por conta do isolamento social causado pela pandemia do coronavírus.

Os dados apresentados dizem respeito aos acordos, demissões, fechamentos e buscas de apoio aos programas do governo no período que vai do dia 1º ao dia 17 de abril.

Nesse período, foram registradas 4.828 demissões em 66 dos 142 escritórios que responderam à pesquisa.

Acordos prevendo a redução da jornada de trabalho, salários e antecipação das férias chegam a 6.405.

As empresas que encerraram suas atividades ou estão em processo de encerramento foram 559.

Outras 1.271 empresas tiveram que recorrer aos auxílios, como financiamento da folha de pagamento, oferecidos pelo governo ou bancos privados.

Marcos César Pimenta, presidente da Assescofran, falou em entrevista que “o comércio foi o mais impactado, principalmente em shoppings e as empresas de alimentação que não tiveram como trabalhar, além do comércio em geral”.

Segundo ele, os números podem até duplicar, o que seria a verdadeira realidade de Franca durante esse período de pandemia, já que a pesquisa é apenas uma amostra direcionada às autoridades locais sobre o setor produtivo.

Ele acredita que o levantamento serve de base para que as atividades sejam retomadas o quanto antes, mas reforça a necessidade da compreensão e das medidas preventivas que devem ser tomadas mesmo com a volta ao trabalho para evitar o avanço e a contaminação pela doença.

“A visão dos empresários é a retomada o mais rápido possível, mas a gente lembra que terá que ser gradual, a gente visa voltar com toda a proteção, com cautela, usando máscaras, ter álcool em gel para higienização das mãos, então tomar algumas providências, evitar a doença sem parar o trabalho” concluiu.

FONTE: Pop Mundi via Jornal da Franca (clique aqui)